Dia do Escritor: Cinco escritores viciados em Café
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A gente sabe muito bem como é complicado se concentrar em uma planilha ou relatório por uma ou duas horas… Imagine focar na mesma atividade por mais de 10 horas? Deve ser bem desgastante! Embora pareça muito difícil, essa é a rotina de muitos escritores ao redor do globo.
Não é a toa que o café é seu melhor amigo, né? Esse líquido delicioso ainda faz bem à saúde, pois além de dar energia e ajudar a manter o foco, pode melhorar o humor e aliviar o stress. Mais do que isso, pode também estimular funções cognitivas como tempo de reação, memória verbal incidental e raciocínio visual-espacial.
Neste dia tão especial, vamos falar sobre alguns escritores cujo vício nessa bebida foi extremamente marcante.
#1 – Honoré de Balzac
Primeiramente, o famoso escritor francês era extremamente viciado em cafeína, chegando a beber de 20 a 50 doses de café por dia para dar conta de sua intensa produção literária. Ele dizia que “O café é a bebida que desliza para o estômago e põe tudo em movimento.” Estima-se que o autor tenha tomado 50 mil xícaras de café ao longo de sua vida!
#2 – Voltaire
Em segundo lugar, aparentemente, o satirista e filósofo do Iluminismo era grande amante de café. Chegava a consumir de 40 a 50 xícaras da bebida por dia, possivelmente misturada com chocolate. Apesar da quantidade elevada e dos avisos de risco de morte de seu médico, viveu até os 80 anos.
#3 – L. Frank Baum
O autor de O Mágico de Oz também era aficionado por café, tomando até 5 xícaras do líquido acompanhado de creme e açúcar a cada manhã. Sua tradição era consumir a bebida às 8h, logo depois de acordar.
#4 – Margaret Atwood
A canadense costumava tomar apenas xícaras de café com creme ou leite vaporizado pela manhã, apesar de não dispensar uma dose ocasional de espresso. A autora de The Handmaid’s Tale chegou a emprestar seu nome à linha “Bird Friendly”, da marca Balzac Coffee Roasters. O objetivo era arrecadar dinheiro para o Observatório de Pássaros da Ilha dos Pássaros Pelee, no Canadá.
#5 – Marcel Proust
O francês de hábitos excêntricos, que se alimentava apenas de duas xícaras de café com leite e dois croissants por dia, deixou de pedir a comida após a guerra de 1914 e passou a consumir somente as duas xícaras. Acredita-se que o autor optou por manter esse hábito pelo caráter estimulante do café, que era tomado forte.
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